Celular sai da sala de aula, mas a educação digital precisa ficar

Por que importa para a sua família
Com dados do Pisa, o Correio Braziliense mostra que a restrição ao celular avançou nas escolas brasileiras e que os alunos já sentem mudanças na convivência. O próprio Pisa, porém, não encontrou evidência de que a proibição tenha mudado o desempenho médio em ciências ou leitura. Importa porque tirar o celular da aula é só o primeiro passo: em casa e na escola, a criança ainda precisa aprender a usar a tecnologia com critério.
A reportagem completa está em Correio Braziliense. Ler na fonte original ↗
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Um estudo da Unifesp com 4,2 mil adolescentes mostrou que a violência na internet quase sempre continua um conflito que nasceu no pátio. Tirar o celular de castigo não resolve. Perguntar como foi o recreio, sim.
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ComportamentoFoto: O GloboEstudo liga mais passos por dia a menos sintomas de ansiedade e tristeza no início da adolescência
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Por que importaA Austrália estuda duas mudanças: o direito de pedir que grandes plataformas apaguem dados pessoais e um dever de cuidado que obriga os serviços digitais a prever e reduzir riscos. Segundo a comissária de segurança online do país, 54% das crianças de 10 a 17 anos já usaram um chatbot para pedir conselho pessoal ou social. Importa porque o que a criança conta para a IA vira dado guardado por uma empresa, e ensinar o que não se compartilha é tarefa de casa e da escola.
TecnologiaProjeto de lei nos EUA quer proibir que chatbots finjam ser humanos ao conversar com crianças
Por que importaDeputados dos dois partidos apresentaram na Câmara americana um projeto que impede chatbots de dizer que são pessoas, que têm sentimentos ou que são profissionais licenciados quando falam com menores. A proposta também proíbe usar culpa ou falsa urgência para manter a criança na conversa e exige que a IA se apresente como IA do começo ao fim. O texto ainda vai tramitar. Importa porque, enquanto a lei não chega, quem explica para o filho que do outro lado não existe um amigo de verdade somos nós.
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