Estudo da Unifesp mostra que o cyberbullying costuma começar no pátio da escola

Por que importa para a sua família
Pesquisadores da Unifesp acompanharam 4,2 mil adolescentes e viram que a violência digital raramente nasce na internet: ela continua na tela o conflito que já existe na escola. O grupo que sofre e também pratica agressões, dentro e fora das redes, foi o que mais apresentou sofrimento psicológico. O estudo saiu na revista Psychiatry Research. Importa porque não adianta olhar só para o celular: perguntar como foi o recreio e com quem o filho anda conversando ajuda a enxergar o problema antes que ele cresça.
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Um estudo da Unifesp com 4,2 mil adolescentes mostrou que a violência na internet quase sempre continua um conflito que nasceu no pátio. Tirar o celular de castigo não resolve. Perguntar como foi o recreio, sim.
Ler o artigo: O recreio que continua no celular: o cyberbullying começa na escola, e a conversa começa em casaDo blog, para esta idade
EscolaO recreio que continua no celular: o cyberbullying começa na escola, e a conversa começa em casa
Um estudo da Unifesp com 4,2 mil adolescentes mostrou que a violência na internet quase sempre continua um conflito que nasceu no pátio. Tirar o celular de castigo não resolve. Perguntar como foi o recreio, sim.
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Antes de proibir a fantasia, pergunte do que seu filho está fugindo. Brincar, ser therian e fetichizar são coisas diferentes, e o risco de verdade é o adulto que usa a mesma máscara para chegar perto dele.
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Por que importaPesquisadores do King's College London e da Universidade de Massachusetts acompanharam 5.515 adolescentes americanos que usaram pulseiras de atividade por três semanas, aos 11 e 12 anos. Um ano depois, quem dava menos de 5 mil passos por dia tinha mais sintomas de ansiedade, desânimo e problemas de comportamento, e quem passava de 12 mil tinha menos. O estudo, publicado no JAMA Network Open, mostra associação, não causa. Importa porque movimento não é castigo nem tarefa: é o adulto que cria a rotina de sair de casa, e a caminhada junto conta tanto quanto o esporte.
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Por que importaA Austrália estuda duas mudanças: o direito de pedir que grandes plataformas apaguem dados pessoais e um dever de cuidado que obriga os serviços digitais a prever e reduzir riscos. Segundo a comissária de segurança online do país, 54% das crianças de 10 a 17 anos já usaram um chatbot para pedir conselho pessoal ou social. Importa porque o que a criança conta para a IA vira dado guardado por uma empresa, e ensinar o que não se compartilha é tarefa de casa e da escola.
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Por que importaDeputados dos dois partidos apresentaram na Câmara americana um projeto que impede chatbots de dizer que são pessoas, que têm sentimentos ou que são profissionais licenciados quando falam com menores. A proposta também proíbe usar culpa ou falsa urgência para manter a criança na conversa e exige que a IA se apresente como IA do começo ao fim. O texto ainda vai tramitar. Importa porque, enquanto a lei não chega, quem explica para o filho que do outro lado não existe um amigo de verdade somos nós.
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